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A cultura do Brasil reflete a grande variedade de paisagens e de etnias que formam a nação brasileira. A gigantesca floresta amazônica é berço dos mitos e tradições ancestrais dos habitantes autóctones. A fértil zona litorânea foi palco dos primeiros encontros entre indígenas e colonizadores portugueses e recebeu importantes contingentes de africanos, trazidos como escravos. Nos campos do Sul, imigrantes italianos, alemães, japoneses, poloneses e outros lançaram raízes próximas de sua origem. Mas foram as pujantes cidades costeiras, mais que qualquer outro lugar, que propiciaram a mistura de raças, tradições culturais e credos que resultaram na civilização brasileira. Todas as regiões dão testemunho da diversidade do Brasil.

Na cultura brasileira, é enorme o aporte das tradições indígenas. No Brasil não há registro de civilizações pré-colombianas do porte das encontradas em outros países latino-americanos. No entanto, a influência das raças ameríndias se faz sentir até hoje, tanto na formação étnica do povo brasileiro, quanto nas manifestações culturais e artísticas. A música, a dança, a culinária, o vocabulário, os mitos, o próprio comportamento dos brasileiros estão impregnados de valores herdados dos autóctones.

Os exemplos são muitos. Em 1500, os índios da Bahia receberam Pedro Álvares Cabral e os seus marinheiros com música e dança. O peculiar hábito brasileiro de tomar banho até duas ou três vezes por dia, que tanto chamou a atenção dos holandeses no século XVII e surpreende até hoje os visitantes estrangeiros, foi herdado dos povos ancestrais. A farinha de mandioca, tão presente na mesa brasileira, é indígena. A música moderna do Brasil – de Villa-Lobos e Marlos Nobre a Tom Jobim e Caetano Veloso – também bebeu nas fontes ameríndias. Em todos estes casos o componente nativo é essencial.

A Constituição de 1988 e as leis brasileiras, assim como a política governamental, asseguram aos povos indígenas a posse e o usufruto das terras por eles tradicionalmente ocupadas. Os índios também têm o direito de manter a sua organização social, idioma, usos e costumes. Mais de 10% do território brasileiro foi atribuído a comunidades indígenas. Ações especiais, como escolas bilíngües, foram estabelecidas para preservar os idiomas indígenas.

A raiz européia é sobretudo portuguesa, mas também espanhola, francesa, italiana, alemã, inglesa e holandesa. Ela forneceu as normas, os elementos formais e a cultura erudita, muitas vezes copiados diretamente dos modelos trazidos do Velho Continente. De 1500 até o final do século XIX, o Brasil foi governado por uma dinastia católica, ligada por laços de sangue a todas as casas reais européias. Não restam dúvidas quanto à primazia das tradições e instituições da Europa sobre a terra brasileira e seus habitantes. O brasileiro se considera tipicamente “ocidental”. Hoje como ontem, vê nos países da Europa Ocidental e nos Estados Unidos um espelho onde se mirar. Os aportes de outras fontes são importantes, até mesmo essenciais - mas a base é ocidental, européia.

Os africanos, que aportaram ao Brasil na condição desumana de escravos, prestaram significativa contribuição à construção material do Brasil. A cultura africana também agregou aos elementos nativos e europeus uma força própria, que se faz sentir com vigor na música, na dança, no vocabulário, na comida, nos mitos, no vestuário e também no comportamento do povo brasileiro.

Mesmo em artes tradicionalmente vinculadas à raiz européia, como a pintura religiosa do período colonial, a presença africana faz-se sentir nos detalhes. Veja-se, por exemplo, a Virgem Maria mulata do teto da igreja de S. Francisco em Ouro Preto, obra-prima do barroco brasileiro. Os principais músicos do período colonial foram mestiços. O maior artista brasileiro do século XVIII, Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, arquiteto e escultor, e o maior escritor brasileiro do século XIX, Machado de Assis, foram mulatos.

Até hoje, algumas das mais típicas expressões artísticas brasileiras, como a música e a dança, são tributárias da herança africana . A capoeira não pára de ganhar espaço em todo o mundo. O futebol pentacampeão do mundo tem a ginga do samba. Seu Rei, Pelé, é negro. Se ainda fosse preciso provar algo sobre a influência africana, bastaria dizer que o Brasil tem a maior população negra fora da África, equivalente a mais de 40% da população do país.

Esta importante parcela da população brasileira ainda não conquistou, nos estratos superiores da educação, da economia, da administração pública e de outras atividades, presença compatível com sua expressão demográfica. Esta situação levou a sociedade civil e o Governo brasileiro a promoverem ações afirmativas que facilitam aos afro-descendentes participar em igualdade de condições da vida econômica, cultural e política do país.

É na mestiçagem, na mistura e no “melting pot” que melhor se traduz o espírito da cultura brasileira. O Movimento Modernista de 1922 cristalizou a “antropofagia” cultural como síntese da arte brasileira. Desde o período colonial até hoje, na música, nas artes plásticas, nas artes cênicas, tudo no Brasil é híbrido, é multicor. A Bossa Nova, de tanto êxito internacional, deve muito a Debussy e a Chopin, à modinha, ao samba e ao bolero, mas tem no seu balanço os vibrantes ritmos afro-brasileiros, tudo temperado com a benéfica influência do jazz norte-americano.

Esta mistura talvez explique a receptividade que a arte brasileira encontra em todas as latitudes: seja a chamada MPB (Música Popular Brasileira), seja o “design” ou a arquitetura, seja o ballet, seja o cinema, seja essa expressão tão bem sucedida internacionalmente que é a telenovela brasileira, a produção cultural do Brasil é sempre tributária dos aportes que formaram a nação. É branca, negra, indígena, asiática, árabe e judia, mas atrai a todos os povos do planeta pela harmonia prazerosamente brasileira.

Para maiores informações sobre a cultura brasileira, clique aqui.

É importante ressaltar a existência desde 1998, na Universidade de Leiden, da Cátedra de Estudos Brasileiros [ou Núcleo de Estudos Brasileiros] , que viabiliza anualmente a presença de destacado Professor universitário brasileiro por um semestre escolar. A Universidade de Leiden é a mais antiga e tradicional dos Países Baixos. Desde a sua inauguração pelo então Vice-Presidente Marco Maciel, a Cátedra contou com a participação de mestres das seguintes áreas: Antropologia, Economia, Literatura, Sociologia e Lingüística.


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Op 22 jarige leeftijd werd ik gedumpt door mijn eerste vriendin. Ik ben niet meteen opzoek gegaan naar een ander omdat ik eerlijk gezegd niet goed wist hoe dat te doen. Ik schaam me een beetje om met meisjes te praten en stap ze dus niet zomaar tegemoet om mezelf voor te stellen. Ik besloot na een tijdje om te proberen als het me wel lukte op het internet iemand te vinden die bij mij past. Met alle informatie van de persoon voor je en meteen een foto waarbij je kan zien met wie je te doen hebt had ik al snel een keuze gemaakt wie ik zou willen leren kennen.

Ik begon met een dame te chatten genaamd lisa, en het klikte vanaf het begin al een beetje. Ze antwoordde meteen terug als ik haar een berichtje stuurde en was altijd wel in de stemming voor een leuke babbel dus we begonnen elke dag te chatten met elkaar. We maakten afspraakjes na school om elkaar te ontmoeten om het net en vertelden elkaar alles dat we meegemaakt hebben die dag. De band werd steeds intiemer en ondanks ik tot nu toe alleen maar een foto van haar had gezien begon ik gevoelens voor haar te krijgen. Kan dat wel? Ik sprak met haar erover en ze moest toegeven dat ze me ook leuk begon te vinden. Ik vroeg haar als ze mijn vriendin wou zijn waarop ze ja antwoordde. Ik voelde me de daarop volgende dagen in de zevende hemel en heb de hele tijd aan niets en niemand anders zitten te denken. Ik verlangde er steeds meer naar om lisa in het echt te zien maar ze woonde zeker een uur of 4 van mij vandaan dus dat zou een hele reis gaan worden. Maar voor haar had ik het wel over. Ik vroeg haar dus als ik in het weekend even langs mocht lopen zodat we elkaar konden zien en misschien wat te drinken konden gaan pakken. Ze zei dat ze niet zou kunnen maar dat ze zou proberen om wat tijd vrij te maken zodat we samen zouden kunnen zijn. Ik had alle tijd voor haar over dus wachtte ik geduldig tot ze me zei dat ze ready was. Steeds weer kwam er iets anders tussen en er verstreek zeker een half jaar tussen ons zonder dat we elkaar hebben gezien.

We waren wel elke dag bezig online dus het contact tussen ons was goed. Op zekere dag kon ik het niet meer volhouden en begon te dwingen om haar te ontmoeten. Na uitleggen , klagen en zeuren maakte ze een afspraak met me en besloten we vrijdagavond elkaar te ontmoeten. We kozen een plek waar te ontmoeten en ze vroeg me om met een open mind te komen naar onze ontmoeting. Klonk wel even vreemd maar vestigde er geen aandacht aan. Op vrijdagavond kwam ik op de afgesproken plek en koos een tafel. Na haast een half uurtje wachten liep er een jonge heer naar me tafel toe en zei tegen me. Hallo lieverd, ik ben lisa...

 

 
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